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Dicas práticas de quem já foi para quem vai... Estudar no Exterior
Faça a reserva do curso com muita antecedência, para facilitar o pagamento e se preparar para a mudança.
Não vale a pena achar um curso de idioma por conta própria. As agências realmente facilitam tudo, ajudam na escolha da escola e do curso de acordo com seu perfil, intermedeiam todo o processo de inscrição (incluindo os pagamentos no exterior), dão apoio em caso de problemas e além disso conhecem as escolas e os preços são tabelados.
Não leve bagagem demais. Lembre-se de que é você quem vai carregá-la o tempo todo e que vai acabar comprando mais coisas enquanto estiver lá. No fim da viagem, o excesso vai custar muito caro.
Não saia do Brasil sem um plano de assistência medica internacional, que custa em média US$100 para 30 dias de cobertura. Lá fora, qualquer atendimento médico custa uma fortuna.
Carteirinha internacional de estudante também é indispensável, além de ser um documento importante, dá descontos em praticamente tudo.
Combinar o útil ao agradável
Não adianta dizer que você precisa fazer um curso de inglês (ou qualquer outro idioma) no exterior e sair correndo pra contratar o programa sem pensar muito sobre o que realmente você quer e o que você precisa.
Combinar o útil ao agradável, já é um excelente começo. Para transformar uma temporada de estudos no exterior em uma experiência que realmente valha a pena, você deve começar escolhendo o local onde quer estudar. Para isso vários fatores devem ser analisados com calma para garantir o investimento, o tempo, a oportunidade e a sua satisfação.
Tente imaginar os motivos que o fazem escolher uma cidade na Europa, na Ásia, na Oceania ou na America do Norte. Deve considerar também a cultura e costumes, o clima, o tipo de curso e sua duração, o tamanho da cidade e sem dúvida, os custos que a combinação de tudo isso pode resultar no seu bolso.
Idioma
Caso tenha intenção de aperfeiçoar uma língua estrangeira, a escolha do país estará diretamente ligada ao idioma que você quer aprender. Assim, se seu interesse é pelo inglês, poderá considerar um enorme leque de opções para os EUA, Canadá, Inglaterra, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Malta. Para quem quer aprender espanhol, ficará entre a Espanha, Cuba, México, Argentina ou outro país latino-americano. Se a idéia é o francês, as melhores opções estão na França e no Canadá, especialmente a província de Quebec, que está cheia de escolas de francês para estrangeiros. Importante: procure sempre saber se as escolas são registradas e certificadas em algum orgão educacional local ou organizações e associações internacionais, isso confirma a qualidade de ensino e seus serviços.
Tipos de cursos
Algumas pessoas querem simplesmente aprender um idioma, pois percebem a necessidade de serem, no mínimo independentes durante uma viagem de turismo.
Outras vivem as exigências do mercado de trabalho que o obrigam a manter-se atualizado. Ou estudantes universitários que precisam aperfeiçoar um idioma combinando atividades nas suas áreas de atuação. E aqueles que sonham com uma experiência de estudos convivendo de perto com a cultura de um povo. Para quem quer fazer um curso de graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado ou qualquer curso que seja ministrado em outro idioma, é imprescindível antes da matrícula, já possuir dominio do idioma, comprovando através de exames específicos. Caso ainda não tenha otimo dominio, a sugestão é que se matricule antes em um curso de idiomas. Geralmente as escolas de idiomas costumam encaminhar os alunos para outros cursos, uma vez que ja tenham atingido o nível necessário exigido pelas universidades. Algumas universidades possuem curso de idioma para preparar os alunos.
Os Estados Unidos são muito procurados por intercambistas, já que suas escolas - High School são bem conceituadas. O Reino Unido, Canadá e Austrália também são bons destinos para os estudantes secundaristas.
Quem vai fazer graduação ou pós deve identificar se o país possui boas escolas no campo de estudos de seu interesse. Por exemplo, a Suiça, é reconhecida pelas excelentes escolas de hotelaria e gastronomia, enquanto a França e a Itália contam com renomadas escolas de artes e humanidades. Os Estados Unidos por sua vez, são o local ideal para quem quer estudar física, computação, matemática e ciências de forma geral.
Custos
Para não colocar o "carros na frente dos bois", antes de escolher o destino, coloque no papel quanto pode gastar. Além dos custos de passagem aérea, acomodação e taxas da escola, você precisará de dinheiro para sua alimentação, transporte, passeios e excursões extras, afinal o "agradável " também faz parte do programa.
Com a forte valorização do Euro nos últimos tempos, fazer um curso na França, na Espanha ou na Itália , não sai nada barato. Por isso, para quem quer estudar inglês, o Canadá e a África do Sul são alternativa bem mais em conta que o Reino Unido - até mesmo que os Estado Unidos. Isso também ocorre com cursos de espanhol na Argentina, devido ao baixo custo de vida atual.
Trabalho enquanto estuda
Se você quer trabalhar enquanto estuda, sem se preocupar com a imigração, os Países que permitem oficialmente que estudantes trabalhem durante o período de estudo, geralmente até 20 horas semanais, são: Austrália (para cursos superior a 14 semanas), Inglaterra (para cursos superiores a 28 semanas) e Irlanda (para cursos superiores a 25 semanas) e Nova Zelândia (para cursos superiores a 6 meses, desde que o aluno já tenha conhecimento de inglês equivalente a 5.0 IELTS).
Dentre estes Países, apenas a Irlanda não possui muita burocracia em relação a concessão de visto para estudantes Brasileiros que quiser estudar e trabalhar legalmente. Alem destes Países, o Canada também permite que estudantes inscritos em programas especiais de estudo e trabalho, trabalhem pelo mesmo número de horas que estudarem. Por exemplo, se fizer uma matrícula de no mínimo 3 meses, poderá trabalhar posteriormente por mais 3 meses, sendo de no máximo de um ano a duração total do programa, 50% inglês e 50% trabalho remunerado ou estágio profissional, não remunerado, encaminhados pelas escolas e disponíveis em apenas algumas províncias do Canadá.
Para alunos que não precisarem ou não quiserem trabalhar enquanto estudam, os países que permitem que estudantes estudem e não exigem a obtenção de visto no Brasil são os seguintes: na Inglaterra é possível estudar por até 6 meses, na Nova Zelândia, África do Sul e Irlanda para cursos de até 3 meses de duração. Canadá, Estados Unidos e Austrália exigem visto antes da viagem.
O fato de que alguns destes países não exijam visto prévio não significa que vão deixar entrar sem nenhuma documentação, é necessário comprovar o curso que será feito, onde e quanto tempo irá ficar, o que irá fazer e dinheiro para tudo isso, bem como comprovação de vínculos com o Brasil que comprovem que irá retornar ao Brasil ao final do programa.
Cidade e Costumes
Estudar numa grande metrópole ou numa cidade pequena, vai depender do gosto pessoal. Se você é do tipo familiar e prefere ambientes calmos, é melhor optar por cidades no interior, além disso o custo de vida é mais baixo e os costumes do país normalmente estão mais bem preservados. Mas se você não abre mão de certa badalação e adora sair à noite, deverá optar pelos centros urbanos como Nova York, Toronto, Londres, Dublin, Auckland, Sydney ou Paris, já que a chance de conhecer gente do mundo inteiro é maior.
Ao viajar para outros países é inevitável encarar diferenças de cultura e costumes, muitas vezes um grande choque. Mas pense na experiência de vivenciá-las de forma aberta e flexível, sabendo que estes detalhes podem ser pontos positivos, podem se transformar numa fonte de prazer...mas o contrário também pode acontecer. Por isso, vale a dica: informe-se muito sobre a cultura e os costumes do país antes de escolhê-lo como o local dos seus sonhos.
Clima
Avaliar o clima do país e da cidade para o período do ano que você escolheu para encarar essa experiência, é essencial para que você não se arrependa depois. O inverno no Hemisfério Norte como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, costuma ser muito rigoroso, com temperaturas extremas que nós brasileiros não estamos acostumados. Nessas regiões as estações do ano são opostas às nossas, por isso se você é do tipo que odeia rajadas de vento e tem preguiça de sair da cama, evite escolher cidades de muito frio. Mas pense também no contrário, o verão em países tropicais como na África do Sul é tão (ou mais) quente que o nosso.
Acomodação
Outra coisa muito importante, escolher uma acomodação que esteja dentro do "seu bolso", que lhe proporcione segurança, conforto (sem luxo) e refeições. Se você tem espírito para conviver com uma familia local, essa é uma opção adequada, sai mais barato e normalmente inclui refeições, um quarto só pra você e o convívio direto com a cultura local. E se não gostar...pode pedir na escola que mude para outro endereço. Ou se preferir algo mais informal e descontraído, existem opções de dormitórios estudantis, onde os quartos são individuais ou duplos e o convívio com estudantes estrangeiros acontece o tempo todo, mas nem todos oferecem refeições, o que as vezes acaba saindo um pouco mais caro.
Muita informação é aquilo que você deve esperar que sua agência lhe ofereça. Mas vale também pesquisar por conta própria, para que imprevistos e arrependimento não sejam seus companheiros de viagem.
Estágio no exterior: por que trabalhar fora do Brasil
Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, "diferenciar-se" é a palavra chave para profissionais com visão num futuro globalizado, onde possuir boa formação acadêmica tornou-se mero requisito básico.
A busca por profissionais qualificados é hoje a grande meta nas empresas. Estes profissionais devem adquirir qualificação através de fluência em, no mínimo um idioma, experiência profissional no exterior, cursos de aperfeiçoamento e especialização, capacitação em diferentes áreas e muito mais.
Avaliação de títulos e certificados pode não ser eliminatória, mas pode garantir melhor classificação em concursos, diferenciais durante um processo de seleção e vantagens ao assumir um cargo.
O jovem universitário deve começar a se preocupar em alcançar este status a partir dos 18 anos, pois existem vários tipos de programas de estágio profissionalizante no exterior, os quais permitem decidir, pela área de trabalho, local, duração, início e tipo de acomodação.
Esta é a chance de se qualificar no exterior sem correr risco de tornar-se clandestino e ser deportado. Este tipo de trabalho temporário é legal em vários países e muitos ainda incentivam e abrem portas para trabalhadores especializados.
A vantagem do candidato inscrever-se nos diferentes tipos de estágios ou trabalhos temporários remunerados é a facilidade e segurança de emissão da documentação, exigida pelos Consulados, para que sejam solicitados os vistos adequados para cada situação.
Bolsas de Estudo - Para estudar lá fora
Que instituições procurar e o que você precisa fazer para concorrer a uma bolsa de pós-graduação no exterior.
Estudar fora pode ser a peça que faltava para os seus planos de vida. Além da oportunidade de viver em outro país, quem estuda no exterior geralmente volta para o mercado brasileiro ultra-qualificado. Mas e quanto custa isso? Muito. No entanto, com um bom planejamento e uma boa bolsa de estudos, morar fora pode se tornar uma realidade mais tangível.
Existem, basicamente, três tipos de instituições para se bater à porta para conseguir bolsas de estudo no exterior. A principal fonte de recursos é o governo brasileiro, por meio de órgãos como Capes e CNPq. Mas os governos de outros países também têm interesse em atrair mentes brasileiras espertas. Em seguida estão as entidades privadas e públicas especializadas na concessão de bolsas, como o Instituto Ling, de Porto Alegre, a Fundação Estudar, de São Paulo, e a Comissão Fullbright, dos Estados Unidos. Veja na tabela abaixo quem oferece bolsas de estudo:
Capes: - (61) 410-8860 O que oferece: Bolsas de doutorado e pós-doutorado. Onde: Os principais são EUA, França, Reino Unido, Espanha, Alemanha e Canadá. Em qual área: Ciências exatas e da terra, biologia, engenharia, saúde, letras, artes e ciências humanas.
Valor da bolsa: US$1.961,30 mês, em média, para doutorado durante quatro anos; O0bservações: É a maior fornecedora de bolsas no exterior. São cerca de 1,4 mil por ano, não concede bolsas de mestrado no exterior
CNPq - 0800-619697 O que oferece: Doutorado e pós- doutorado Onde: Alemanha, Bélgica, Canadá, Cuba, Espanha, EUA, França, Reino Unido, Itália e Japão Em que área: Mais de 70 áreas. As principais são ciência da computação, agronomia, oceanografia e física Valor da bolsa: Depende do país. Nos Estados Unidos, a partir de 1100 dólares por mês. Observações: Em 2000 foram 390 bolsas. Também não concede bolsa de mestrado no exterior, pois julga haver bons programas no Brasil
Fundação Estudar O que oferece: Bolsas reembolsáveis para MBA e LLM (mestrado em direito comercial e societário nos EUA) Onde: Estados Unidos e Europa
Em que área: Administração e direito
Valor da bolsa :Cada bolsa é negociada individualmente. Pode variar de 5 mil a 30 mil dólares
Observações: Depois do curso, o bolsista deve doar 10% do salário até completar o valor da bolsa corrigido
Instituto Ling
O que oferece: Bolsas reembolsáveis para MBA (só para os cursos do ranking da Business Week e Financial Times)
Onde: Estados Unidos e Europa
Em que área: Administração
Valor da bolsa: Paga, no máximo, um terço das despesas totais do curso (média de 150 mil reais)
Observações: Não há cobrança de juros, mas o pagamento deve ser equivalente ao preço do curso na data da devolução
Comissão Fulbright - (61) 364-0776 - (21) 294-1177 O que oferece: Bolsa de um ano para mestrado (renovável por mais um ano) e doutorado-sanduíche (6) Onde: Estados Unidos.
Em que área: Estudos sobre os Estados Unidos, educação, cidadania, economia, políticas públicas e comunicação.
Valor da bolsa: Passagem de ida e volta aos EUA, seguro-saúde, taxas acadêmicas e bolsa a partir de mil dólares por mês, de acordo com a localidade.
Observações: O candidato deve se comprometer a retornar ao Brasil após o término do programa. Oferece cerca de 70 bolsas por ano (média de cinco candidatos por vaga).
Governo americano e instituições privadas O que oferece: Mestrado, doutorado e pós-doutorado
Onde: Estados Unidos.
Em que área: Várias. Entre elas jornalismo, política, economia, administração e biologia.
Valor da bolsa: Depende da faculdade, mas pode variar de 4 mil a 25 mil dólares anuais.
Observações: O prazo das inscrições é variável, mas recomenda-se iniciar os preparativos um ano e meio antes da data desejada.
Fundação Ford - (11) 3723-3113 O que oferece: Bolsas para mestrado e doutorado.
Onde: Uma das universidades brasileiras no país ou no exterior credenciadas pela Capes (a lista está no site da entidade)Estados Unidos. Em que área: Direito, economia, educação, psicologia, comunicação, sociologia, arquitetura, artes e cultura, paz e justiça social, medicina e engenharia.
Valor da bolsa: O valor da bolsa será analisado caso a caso e pode ser total ou parcial. Além da bolsa, há um extenso programa de auxílio financeiro, que inclui passagem aérea e curso de idiomas.
Observações: Este é o primeiro ano em que o Brasil é incluído no programa. O objetivo da Fundação é conceder 47 bolsas por ano para brasileiros até 2007. A duração da bolsa é de até três anos.
British Council O que oferece: Bolsa para mestrado.
Onde: Reino Unido.
Em que área: Direito, economia, engenharia, jornalismo, marketing, meio ambiente e turismo.
Valor da bolsa: Bolsa integral (13 mil libras, o equivalente a 18 850 dólares) ou parcial.
Observações: Oferece cerca de 80 bolsas por ano. Em 2000, 850 pessoas se candidataram.
Governo canadense - ABECAN - (61) 321-2171 O que oferece: Bolsas para professores universitários interessados em desenvolver conteúdos canadenses e doutorado-sanduíche (6)
Onde: Canadá.
Em que área: Estudos canadenses.
Valor da bolsa: Depende do programa.
Observações: Organismos independentes e escolas também oferecem oportunidades, como na área marítima. As ofertas surgem em março e são divulgadas pela embaixada.
DAAD - (serviço alemão de intercâmbio acadêmico) O que oferece: Bolsa para doutorado.
Onde: Alemanha.
Em que área: Todas, com destaque para engenharia, biotecnologia, filosofia, ciências exatas e humanas.
Valor da bolsa: O bolsista recebe ajuda de custo de 1,1 mil euros por mês e de dois a seis meses de curso de alemão para quem não fala a língua.
Observações: Outras instituições também oferecem bolsas, como a Fundação Adenauer (www.adenauer. com.br) e a Fundação Humboldt (www.avh.de).
Governo espanhol O que oferece: Bolsa para mestrado.
Onde: Espanha.
Em que área: Várias, entre elas música, cinema, história da arte, literatura e arquitetura.
Valor da bolsa: Custeio do curso mais cerca de 650 dólares por mês.
Observações: O número de bolsas depende do orçamento do governo. Em 1999 foram 20 bolsas, e em 2000, nove.
Governo francês - (61) 312-9152 O que oferece: Bolsa de especialização (só para professores de francês) e mestrado em formação internacional em cultura.
Onde: França (Universidade de Avignon, no programa de formação internacional em cultura).
Em que área: Ensino de francês, estratégia de desenvolvimento cultural, gestão das artes, políticas culturais e internacionais.
Valor da bolsa: Depende do programa.
Observações: Há vários programas bilaterais com universidades brasileiras, como Eiffel (economia, engenharia e ciências políticas). Informações na embaixada
Governo italiano O que oferece: Ajuda de custo para alunos de doutorado.
Onde: Itália.
Em que área: Todas, com exceção da área médica.
Valor da bolsa: O governo concede 774 euros por mês e passagem aérea para cursos superiores a oito meses.
Observações: Em 2000, foram concedidas dez bolsas.
PRÉ-REQUISITOS BÁSICOS EXIGIDOS PELA MAIORIA DAS INSTITUIÇÕES: (1) TOEFL - teste de conhecimento de inglês, válido nos Estados Unidos. (2) SAT - Teste de conhecimentos gerais para admissão em cursos de graduação. (3) GMAT - teste de aptidão para pós-graduação, específico para quem quer fazer MBA (Master of Business Administration). (4) GRE - teste de aptidão para pós-graduação para as demais áreas, que não o MBA. (5) IELTS - teste de conhecimento de inglês, válido no Reino Unido, Irlanda, Australia e Nova Zelandia. (6) Programa para doutorandos brasileiros que queiram completar sua pesquisa em outro país
Se o seu conhecimento do idioma ainda não está tão bom, faça um curso no exterior antes de tentar uma bolsa. Fonte: Manual do Turista Brasileiro, Estudar no Exterior Intercâmbio.